Retas e Planos
A linguagem vetorial desenvolvida nos capítulos anteriores permite descrever retas e planos por equações. Neste capítulo obteremos suas formas vetoriais, paramétricas e cartesianas a partir das condições geométricas que as determinam.
Ao longo de todo o capítulo fixaremos um sistema cartesiano de coordenadas \(\Sigma =(O,(\boldsymbol {i},\boldsymbol {j},\boldsymbol {k}))\).
4.1 Equações da Reta
Um dos postulados da geometria euclidiana afirma que por dois pontos distintos passa uma única reta. Dados, portanto, dois pontos distintos \(A\) e \(B\), queremos determinar equações que descrevam a reta \(r\) que passa por eles.
Para isso, observe que dado um ponto \(X\) em \(r\), o vetor \(\overrightarrow {AX}\) é paralelo ao vetor \(\overrightarrow {AB}\), e portanto existe um escalar \(t\in \mathbb {R}\) tal que \(\overrightarrow {AX}=t\overrightarrow {AB}\). Assim, temos que
e considerando \(A:\left( a,b,c\right)\) e \(\boldsymbol {v}=\overrightarrow {AB}=v_1\boldsymbol {i}+v_2\boldsymbol {j} + v_3\boldsymbol {k}\), vemos que um ponto \(X:\left( x,y,z\right) \) pertence à reta \(r\) se e somente se \(\overrightarrow {AX}=\boldsymbol {v}t,\) ou ainda
Expandindo obtemos
ou de forma mais simplificada:
A equação 4.1 é conhecida como equação vetorial da reta \(r\), e nestas condições o ponto \(A\) é chamado ponto inicial e o vetor \(\boldsymbol {v}\) é dito vetor diretor da reta \(r\). As equações em 4.3 são chamadas as equações paramétricas da reta \(r\).
Se interpretarmos o parâmetro \(t\) como tempo, podemos ler essa equação como a trajetória de um ponto que se move no espaço ao longo da reta \(r\) tendo o ponto \(A\) como o ponto inicial e o vetor \(\boldsymbol {v}\) como a velocidade, e assim para cada valor de \(t\) obtemos um ponto no espaço.
Outra forma de representar a reta \(r\) pode ser obtida ao isolarmos o parâmetro \(t\) nas equações paramétricas. Assim, se em 4.3 tivermos \(v_1 \not=0, v_2\not= 0\) e \(v_3 \not=0\), podemos eliminar o parâmetro \(t\) e obter
que constituem a forma simétrica das equações da reta \(r\).
A representação de uma reta por equações não é única: ela depende da escolha do ponto inicial e do vetor diretor. Considere, por exemplo, a reta \(r:X=A+\boldsymbol {v}t\). Escolhendo um ponto \(B\) em \(r\), podemos trocar o ponto inicial por \(B\) e assim representar \(r\) por \(r: X=B+\boldsymbol {v}t\). Do mesmo modo, trocando o vetor diretor \(\boldsymbol {v}\) por outro vetor não nulo \(\boldsymbol {v}\prime \) paralelo, obtemos que \(X=A+\boldsymbol {v}\prime t\) é também uma equação vetorial para \(r\) (veja exercício 2.1).
Escolhendo \(\boldsymbol {v}=\overrightarrow {AB}:(1,2,-1)\) como vetor diretor e \(A\) como ponto inicial obtemos a equação vetorial
As equações paramétricas ficam então \(x=t, y=1+2t, z =1-t\).
As equações simétricas para essa reta são obtidas isolando o parâmetro \(t\) nas equações anteriores, ou seja,
Encontre três pontos pertencentes a essa reta.
Encontre um conjunto de equações vetoriais para essa reta na qual o ponto inicial seja distinto.
Encontre um conjunto de equações vetoriais para essa reta na qual o vetor diretor seja distinto
Claramente o ponto \((1,3,2)\) pertence a essa reta. Para obter outros pontos desta reta basta escolhermos valores distintos para o parâmetro \(t\). Assim, se \(t=1\) temos que \((1,3,2)+(1,1,2)=(2,4,4)\) pertence à reta. Tomando \(t=-2\) temos que \((1,3,2)-2(1,1,2)=(-1,1,-2)\) pertence à reta.
Substituindo o ponto inicial por outro ponto pertencente à reta obtemos equações com as propriedades exigidas. Escolhendo, por exemplo, o ponto \((-1,1,-2)\) obtemos a equação vetorial
\[ r:X=(-1,1,-2)+(1,1,2)t. \]Substituindo o vetor diretor por um de seus múltiplos não nulos obtemos equações com as propriedades exigidas. Se, por exemplo, multiplicarmos o vetor diretor por \(\dfrac {1}{2}\) encontramos a equação vetorial
\[ r:X=(-1,1,-2)+(\dfrac {1}{2},\dfrac {1}{2},1)t. \]
Para que o ponto \(A\) pertença à reta \(r\) é necessário que exista \(t\in \mathbb {R}\) tal que:
Ou seja, deve existir \(t\) tal que o sistema de equações
tenha solução.
O sistema acima possui solução, \(t=3\), e logo o ponto \(A\) pertence à reta \(r\).
De modo análogo, para que o ponto \(B\) pertença à reta \(r\) é necessário que exista \(t\in \mathbb {R}\) tal que
ou seja, deve existir \(t\) tal que o sistema de equações
tenha solução.
Como sistema acima não possui solução, o ponto \(B\) não pertence à reta \(r\).
Dividindo os numeradores e os denominadores de cada fração pelo coeficiente das variáveis, obtemos
Estas são as equações na forma simétrica de uma reta. E portanto o lugar geométrico é uma reta passando pelo ponto \((\dfrac {2}{3}, 1,\dfrac {1}{5}) \) com vetor diretor \((-\dfrac {7}{3},\dfrac {3}{2},\dfrac {2}{5})\).
Verifique se as retas \(r:X=(1,1,1)+(1,0,1)t\) e \(s:X=(0,4,3)+(-1,1,0)t\) se interceptam.
Para que um ponto \(P\) pertença simultaneamente às retas \(r\) e \(s\), devem existir números reais \(t_1\) e \(t_2\) tais que
De onde encontramos que
Resolvendo o sistema acima encontramos \(t_1=2, t_2=-3\). Como o sistema possui solução, concluímos que as retas \(r\) e \(s\) se interceptam.
Para determinar o ponto de intersecção substituímos \(t \to t_1\) na equação \(P=(1,1,1)+(1,0,1)t_1\) e obtemos
Na comparação das duas retas, usamos parâmetros independentes. O mesmo ponto \(P\) pode corresponder, em cada parametrização, a um valor diferente de \(t\).
4.1.1 Equações da reta no plano
No plano, a representação de uma reta utiliza duas coordenadas. Como no espaço, um ponto inicial \(A\) e um vetor diretor \(\boldsymbol {v}\) determinam sua equação vetorial:
Nesse caso a expressão em coordenadas fica:
Se \(v_1,v_2\neq 0\) podemos escrever a forma simétrica das equações da reta no plano
ou ainda,
O número real \(m=\dfrac {v_2}{v_1}\) é denominado coeficiente angular da reta \(r\), e tem a seguinte interpretação geométrica: o coeficiente angular é a tangente do ângulo entre a reta e o eixo \(x\). Para as retas não paralelas ao eixo \(y\), podemos escolher o vetor diretor como \(\boldsymbol {i}+m\boldsymbol {j}\), e assim obter equação afim ou reduzida da reta bidimensional
onde \(n = b-ma\).
As retas paralelas aos eixos coordenados (\(v_1=0\) ou \(v_2=0\)) são especiais. Para as retas paralelas ao eixo \(y\), ou seja, retas com vetor diretor \(\boldsymbol {j}\), o coeficiente angular não está definido já que \(m=\dfrac {v_2}{v_1}\). Para obter uma equação para este tipo de reta, basta observar que todos os pontos possuem a primeira coordenada (coordenada \(x\)) igual. Ou seja, se a reta passa pelo ponto \(A:(a,b)\) então todo ponto \((x,y)\) em \(r\) é do tipo \((a,y)\), e portanto sua equação será dada por \(x=a\).
Do mesmo modo, se a reta é paralela ao eixo \(x\) e passa por um ponto \(A:(a,b)\), então sua equação é dada por \(y=b\).
Toda reta no plano admite uma equação da forma:
com \(a,b,c\) constantes reais. Tal forma é conhecida como forma canônica ou equação cartesiana da reta no plano.
A equação na forma canônica é única a menos de um fator multiplicativo não nulo: se \((a,b)\neq (0,0)\) e \((a\prime ,b\prime )\neq (0,0)\), então \(ax+by+c=0\) e \(a\prime x+b\prime y+c\prime =0\) representam a mesma reta se e somente se existe \(\lambda \in \mathbb {R}\setminus \{ 0\} \) tal que \(a=\lambda a\prime \), \(b=\lambda b\prime \) e \(c=\lambda c\prime \).
4.2 Equações do Plano
Três pontos não colineares \(P_0,P_1,P_2\) determinam um único plano \(\pi \). Fixemos \(\boldsymbol {u}=\overrightarrow {P_0P_1}\) e \(\boldsymbol {v}=\overrightarrow {P_0P_2}\). Como esses vetores são linearmente independentes, eles geram todas as direções paralelas ao plano.
Tome agora um ponto \(P\) qualquer deste plano, e observe que o vetor \(\overrightarrow {P_{0}P}\) é paralelo ao plano \(\pi \), e portanto coplanar aos vetores \(\boldsymbol {u}\) e \(\boldsymbol {v}\). Como os pontos \(P_{0},P_{1}\) e \(P_{2}\) são não colineares, concluímos que os vetores \(\boldsymbol {u}\) e \(\boldsymbol {v}\) são linearmente independentes, e assim, pelo Teorema da Base, podemos escrever o vetor \(\overrightarrow {P_{0}P}\) como combinação linear de \(\boldsymbol {u}\) e \(\boldsymbol {v}\), isto é, existem escalares \(s,t\in \mathbb {R}\) tais que
e portanto
Assim como no caso das retas, a equação (4.6) é chamada de equação vetorial do plano.
Escrevendo \(P:(x,y,z)\), \(P_0:(x_0,y_0,z_0)\), \(\boldsymbol {u}:(u_1,u_2,u_3)\) e \(\boldsymbol {v}:(v_1,v_2,v_3)\) obtemos
encontrando assim equações paramétricas do plano. Assim como no caso das retas, essas equações não são únicas: dependem da escolha do ponto e dos vetores diretores.
Definindo \(\boldsymbol {u}=\overrightarrow {P_0P_1}:(-2,2,2)\) e \(\boldsymbol {v}=\overrightarrow {P_0P_2}:(2,1,-1)\), a equação vetorial de \(\pi \) fica
A forma paramétrica é encontrada ao olharmos coordenada por coordenada, ou seja,
Além da descrição por três pontos não colineares, um plano pode ser determinado por um ponto e uma direção normal. De fato, dada uma reta e um ponto \(P_1\) podemos encontrar um único plano \(\pi \) que contenha o ponto \(P_1\) e que seja ortogonal a reta dada. Observe que, neste resultado, a reta serve apenas para determinar uma direção. Isso nos permite portanto substituir esta reta por um vetor paralelo a ela. Neste sentido, dado um plano \(\pi \), dizemos que um vetor \(\boldsymbol {n}\) não nulo é normal a \(\pi \) se \(\boldsymbol {n}\) é ortogonal a todos os vetores paralelos a \(\pi \). Todo plano possui uma infinidade de vetores normais (veja o exercício 2.2).
Sejam dois pontos \(P_{1}=\left( x_{1},y_{1},z_{1}\right) \) e \(P=\left( x,y,z\right) \) no plano \(\pi .\) Como o vetor \(\overrightarrow {P_{1}P}\) é perpendicular a \(\boldsymbol {n}:(a,b,c)\), seu produto escalar com \(\boldsymbol {n}\) é zero:
Definindo \(d=ax_{1}+by_{1}+cz_{1}\), encontramos que \(ax+by+cz=d\) para qualquer ponto \(P:(x,y,z)\) pertencente ao plano. Em resumo, determinamos que se um ponto \(P=\left( x,y,z\right)\) pertence ao plano \(\pi \), então suas coordenadas satisfazem \(ax+by+cz=d\).
Reciprocamente, se as coordenadas do ponto \(P=\left( x,y,z\right) \) satisfazem a relação \(ax+by+cz=d\) tomando \(P_{1}=\left( x_{1},y_{1},z_{1}\right) \) teremos, pela definição de \(d\), que \(d=ax_{1}+by_{1}+cz_{1}\) e subtraindo obtemos que
Ou seja o vetor \(\overrightarrow {P_{1}P}\) é ortogonal ao vetor \(\boldsymbol {n}\) e consequentemente paralelo a \(\pi .\)
Observe que, para que o plano fique bem determinado, o vetor \(\boldsymbol {n}: (a,b,c)\) deve ser não nulo, ou seja, é necessário que \(a^{2}+b^{2}+c^{2}\neq 0.\)
A equação \(ax+by+cz=d\) é chamada de equação geral do plano. Reciprocamente, toda equação desse tipo com \((a,b,c)\neq (0,0,0)\) descreve um plano cujo vetor normal pode ser tomado como \(\boldsymbol {n}=(a,b,c)\).
Assim, dispomos de duas descrições complementares de um plano: um ponto acompanhado de duas direções linearmente independentes, ou um ponto acompanhado de uma direção normal não nula.
Se \(P=A+t_0\boldsymbol {v}\), então logo \(P\in s\). A inclusão recíproca segue de \(\boldsymbol {v}'=(1/\lambda )\boldsymbol {v}\). Se \(\boldsymbol {n}\) é ortogonal a todo vetor \(\boldsymbol {u}\) paralelo a \(\pi \), então logo \(\lambda \boldsymbol {n}\) também é normal a \(\pi \). Como \(\lambda \neq 0\) é arbitrário e vetores distintos correspondem a \(\lambda \) distintos, \(\pi \) possui infinitos vetores normais (todos paralelos entre si). Passando por \(A=(1,4,-2)\) e \(B=(0,1,1)\). Passando por \(A=(1,0,-2)\) e \(B=(3,1,1)\). Os três eixos coordenados. Paralela ao eixo \(z\) por \((1,2,1)\). Paralela ao eixo \(x\) por \((1,2,1)\). Paralela a \(\dfrac {1-2x}{3}=\dfrac y4=\dfrac {2z+1}{4}\) por \((2,1,0)\). Paralela a \(x=1-3t\), \(y=5t\), \(z=-1-t\) por \((2,1,0)\). Uma escolha para cada caso é: \((x,y,z)=(1,4,-2)+t(-1,-3,3)\); \(\dfrac {x-1}{-1}=\dfrac {y-4}{-3}=\dfrac {z+2}{3}\). \((x,y,z)=(1,0,-2)+t(2,1,3)\); \(\dfrac {x-1}{2}=y=\dfrac {z+2}{3}\). Eixos: \((t,0,0)\), \((0,t,0)\), \((0,0,t)\); não há forma simétrica com três quocientes porque duas componentes do diretor se anulam. \((1,2,1)+t(0,0,1)\). \((1,2,1)+t(1,0,0)\). Um diretor da reta dada é \((-3,8,4)\); portanto \((2,1,0)+t(-3,8,4)\). \((2,1,0)+t(-3,5,-1)\). As interseções são \((3,0)\) e \((0,9/4)\). Por \(A=(3,5)\) e \(B=(-2,3)\). Por \(A=(0,1)\) e \(B=(1,0)\). \((x,y)=(3,5)+t(-5,-2)\) e \(\boxed {2x-5y+19=0}\). \((x,y)=(0,1)+t(1,-1)\) e \(\boxed {x+y-1=0}\). \(A=(3,5,1)\), \(B=(-2,3,2)\). \(A=(0,1,0)\), \(B=(1,0,0)\). \(A=(0,1,1)\), \(B=(0,0,0)\). \(A=(3,2,1)\), \(B=(6,1,4)\). \((3,5,1)+t(-5,-2,1)\); \(\dfrac {x-3}{-5}=\dfrac {y-5}{-2}=z-1\). \((0,1,0)+t(1,-1,0)\); equivalentemente \(x+y=1\), \(z=0\). \((0,1,1)+t(0,-1,-1)\); equivalentemente \(x=0\), \(y=z\). \((3,2,1)+t(3,-1,3)\); \(\dfrac {x-3}{3}=\dfrac {y-2}{-1}=\dfrac {z-1}{3}\). O vetor dado tem norma \(7\), logo a velocidade vetorial é Portanto Assim A primeira velocidade vetorial é e a segunda é \(\boldsymbol {v}_2=(4,-12,3)\), pois esse vetor tem norma \(13\). Logo As trajetórias são reversas: usando os vetores diretores \((3,-6,3)\) e \((4,-12,3)\), Portanto não existe ponto comum às trajetórias, e as partículas não se encontram. Uma parametrização é Os cortes são, respectivamente, As interseções dois a dois são Rotacionando \(\overrightarrow {OA}=(1,2)\) de \(\pm 60^\circ \), Os pontos médios dos lados opostos são Logo, por exemplo, são parametrizações das três medianas (a reparametrização por fatores não nulos é irrelevante). A reta é a mediatriz de \(AB\). Seu ponto médio é \((8,3)\) e um vetor diretor perpendicular a \((12,-4)\) é \((1,3)\). Assim \(A=(1,5)\), \(B=(3,2)\), \(C=(2,4)\). \(A=(x_1,y_1)\), \(B=(x_2,y_2)\), \(C=(x_3,y_3)\). \(\boxed {(2,11/3)}\). \(\displaystyle \boxed {G=\left(\frac{x_1+x_2+x_3}{3},\frac{y_1+y_2+y_3}{3}\right)}\). Se \(M_A=(B+C)/2\), então As expressões obtidas a partir de \(B\) e de \(C\) são iguais. Portanto as três medianas são concorrentes no baricentro. \(3x-4y=6\). \(2x+3y=6\). \(7y+9=0\). \(x/a+y/b=1\), com \(ab\neq 0\). \(y=mx+b\). \(bx+ay=0\), com \((a,b)\neq (0,0)\). \(4x^2=9\). \(xy(2x-3y+4)=0\). \(x\cos \alpha +y\operatorname {sen}\alpha =h\). \(x=3+2t\), \(y=-1-3t\). \(m=3/4\), intercepto \(-3/2\). \(m=-2/3\), intercepto \(2\). horizontal: \(m=0\), intercepto \(-9/7\). \(m=-b/a\), intercepto \(b\). os próprios \(m,b\). se \(a\neq 0\), \(m=-b/a\) e intercepto \(0\); se \(a=0\), é a vertical \(x=0\). união das verticais \(x=\pm 3/2\). união de \(x=0\), \(y=0\) e \(2x-3y+4=0\). forma normal: o vetor \((\cos \alpha ,\operatorname {sen}\alpha )\) é normal à reta; se \(\operatorname {sen}\alpha \neq 0\), \(m=-\cot \alpha \) e o intercepto é \(h/\operatorname {sen}\alpha \). \(m=-3/2\) e intercepto \(7/2\). Paralela: Perpendicular: A reta dada tem inclinação \(-b/a\), logo a perpendicular tem inclinação \(a/b\). Assim determine as três alturas e o ortocentro; determine as três medianas e o baricentro. A altura por \(C\) é \(x=0\); as outras podem ser escritas Elas se encontram em As medianas são as do exercício anterior e encontram-se em Escreva \(y=(2/3)x+c\). Os interceptos são \(-3c/2\) e \(c\), então a área é \(3c^2/4\). Igualando a \(4/3\), obtemos \(c=\pm 4/3\). Logo A equação é O ponto fixo resolve as duas equações entre parênteses: Como duas retas distintas por \(P\) geram o feixe de todas as retas por \(P\), toda reta do feixe é uma combinação linear não trivial dessas duas equações. Substituindo, Logo \(\boxed {b=2a}\), com \(\boxed {a\neq 0}\) para que a parametrização descreva uma reta e não um único ponto. Tomando o valor comum igual a \(12t\), Um diretor é \((6,3,4)\); por exemplo, tome \(t=0,1,-1\) para obter três pontos. Tomando \(z=t\), Logo uma parametrização é Dois vetores do plano são \((-4,1,1)\) e \((-1,-3,2)\); seu produto vetorial é \((5,7,13)\). Portanto \(A=(1,2,1)\), \(B=(1,2,3)\). \(A=(1,3,2)\), \(B=(2,2,2)\). \(A=(3,0,2)\), \(B=(2,1,2)\). \(A=(3,-2,1)\), \(B=(0,0,1)\). Escreva \(C=(1-t,t,1)\) e imponha \(\lVert \overrightarrow {AB}\times \overrightarrow {AC}\rVert =1\). Não há solução real. Não há solução: a área é constante e diferente de \(1/2\). Não há solução: a área é constante e diferente de \(1/2\). \(t=-1\) ou \(t=-3\), portanto O vetor diretor entre os interceptos é \((-a,b)\). Pela forma de dois pontos, ou substituindo ambos os interceptos em \(\alpha x+\beta y=1\), obtemos diretamente Mostre que \((a,b)\) é normal a todo vetor diretor de \(r\). Suponha que \((a,b)\) seja unitário e escreva \((a,b)=(\cos \alpha ,\operatorname {sen}\alpha )\). Interprete geometricamente a equação Se \((v_1,v_2)\) é diretor, dois pontos da reta separados por esse vetor satisfazem a mesma equação; subtraindo, \(av_1+bv_2=0\). O vetor \((\cos \alpha ,\operatorname {sen}\alpha )\) é normal unitário. Portanto \(h\) é a coordenada assinada dos pontos da reta na direção desse normal; em particular, a distância da origem à reta é \(|h|\). Ver solução
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